Médicos e enfermeiros vão ter "botão de pânico" para combater violência

Medida em três unidades de saúde do concelho da Amadora

Três unidades de saúde do concelho da Amadora vão introduzir um "botão de pânico" para combater a violência sobre médicos e enfermeiros. A medida, refere a secretária de Estado da Saúde, Raquel Duarte, ao Jornal de Notícias, vai ser monitorizada durante seis meses e será implementada de forma gradual por todo o país.

Só nos primeiros três meses do ano, o Observatório Nacional da Violência Contra os Profissionais de Saúde no Local de Trabalho, criado pela Direção-Geral de Saúde (DGS), totalizou quase 400 notificações, o dobro das queixas registadas durante o mesmo período em 2018. No ano passado foram registados 953 casos de violência com médicos e enfermeiros do SNS.

"É um diagnóstico que nos preocupa. É preciso claramente trabalharmos esta questão", refere a secretária de Estado. No entanto, faltava um plano prático que combatesse os casos de violência, agora implementado em três unidades de saúde da Amadora: Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados da Brandoa, Unidade de Saúde Familiar Amato Lusitano e Hospital Fernando da Fonseca.

"Nessas unidades foram identificados profissionais capazes de mobilizar as pessoas, que fizeram o diagnóstico e estão a trabalhar com profissionais de saúde para encontrar soluções inovadoras para o problema", adianta Raquel Duarte ao Jornal de Notícias.

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