Ministério Público arquivou caso dos "swaps"

Não houve crime, concluiu a investigação, mas sim más práticas e pouca prudência de alguns gestores públicos que contrataram os produtos financeiros

• Foto: Lusa


Talvez não se recorde mas, em 2013, em plena crise financeira os alarmes soaram ainda mais quando se descobriu que algumas empresas públicas - como a Carris, o Metro de Lisboa, a Refer e o Metro do Porto - tinham, anos antes, contratado com os bancos aquilo que se chama de "swaps", isto é, seguros de crédito, para prevenir um aumento das taxas de juro.

Só que o que se verificou foi o contrário: as taxas desceram abruptamente e as empresas viram-se obrigadas a pagar quantias exorbitantes, as quais tiveram que ser renegociadas caso a caso. O governo de Pedro Passos Coelho e o advogado Garcia Pereira denunciaram o caso ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que este mês arquivou o processo. Razões: não houve crime, apenas alguma falta de prudência para se contratar instrumentos financeiros sem avaliar todos os riscos inerentes aos mesmo, avança a Sábado na edição que quinta-feira estará nas bancas.

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