Ministério Público concluiu que não houve crime no 'caso dos vouchers'

DN avança que processo está próximo do arquivamento

• Foto: DR

O "Diário de Notícias" avança esta terça-feira que o processo do denominado "caso dos vouchers" que envolve as ofertas do Benfica a árbitros, delegados e observadores nas últimas três épocas está mais próximo de ser arquivado uma vez que o Ministério Público e a a Polícia Judiciária já concluíram que não houve crime. Ainda assim, mesmo que arquivado, o caso pode não ficar definitivamente encerrado, uma vez que Dias Ferreira, antigo dirigente do Sporting, se constituiu assistente do processo, podendo pedir a abertura da instrução ou avançar com outras diligências.

Caso dos vouchers: tudo o que precisa de saber

"O objetivo é poder colaborar em assuntos que conheço há muitos anos, do fenómeno da arbitragem. Posso sugerir fazer perguntas ou que se convoquem determinadas pessoas que eu saiba que podem saber alguma coisa, no fundo auxiliar a Instrução tanto quanto possível", explicou o Dias Ferreira em março à Sporting TV solicitando a audição dos árbitros: "É uma coisa que merece averiguação. Também é óbvio sugerir que os próprios árbitros sejam ouvidos de uma maneira diferente do que foram no processo disciplinar. Não faz sentido que sejam ouvidos, quase como se se tratasse do preenchimento de um formulário".

A investigação, avança o jornal diário, poderá ainda prolongar-se por mais algumas semanas, uma vez que a PJ estará ainda a recolher mais depoimentos e a analisar o material recolhido nas buscas do passado dia 11 na SAD do Benfica.






Por Sofia Lobato
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