Mobilidade especial atraiu zero médicos para o Algarve até agora

Presidente da ARS do Algarve garante que necessidades estão cobertas

• Foto: Nuno Alfarrobinha

O regime de mobilidade dirigido aos médicos para suprir as carências de Verão no Algarve ainda não atraiu nenhum clínico para a região. Segundo a Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, a resposta aos utentes está assegurada através do reforço das horas extraordinárias e prestações de serviço.

Paulo Morgado, o presidente da ARS do Algarve, reconheceu que o programa não tem funcionado como o Ministério da Saúde esperava. "Não temos tido uma adesão significativa. Existiram várias candidaturas de medicina geral e familiar, mas os períodos e os horários não se enquadravam nas nossas necessidades. Para o hospital, tivemos uma candidatura até ao momento, mas que desistiu", relatou ao jornal 'Público'.

O despacho de mobilidade especial, publicado a 26 de Junho, pretendia levar mais 67 médicos para o Algarve entre 1 de Junho e 30 de Setembro. As necessidades foram assinaladas em várias áreas, como a anestesiologia, cardiologia, medicina interna, nefrologia, neurocirurgia, neurologia, obstetrícia, ortopedia, pediatria, urologia e medicina geral e familiar.

Porém, Morgado adianta que os utentes estão melhor servidos. "Estamos a conseguir uma resposta melhor do que no ano passado em relação ao preenchimento das escalas e na rapidez do atendimento", revelou.

Autor: Sábado

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