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Avelino Farinha, arguido num dos processos da Madeira, é um dos contemplados com financiamento para obras em Angola, escreve a Sábado
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A presença em grupos restritos de políticos e empresários não é uma novidade para Avelino Farinha, dono do grupo AFA, suspeito num dos processos sobre corrupção na Madeira. Na ilha, juntamente com o coarguido e também empresário Custódio Correia, integrava o Grupo das Sextas, que juntava ao almoço, segundo a descrição do último, homens de negócios, “políticos e amigos”. É também com uma comitiva semelhante que o empresário vai este mês viajar para Angola, para o cinquentenário da independência e para assinar contratos de financiamento público português para obras naquele país africano. Ao que a SÁBADO apurou, depois de em julho, durante uma visita de João Lourenço a Portugal, Luís Montenegro ter anunciado um reforço da linha de crédito para as empresas portuguesas investirem em Angola, totalizando, à data, €3,2 mil milhões, o primeiro-ministro prepara-se agora para assinar em Luanda os respetivos contratos de financiamento. O grupo empresarial de Avelino Farinha vai ser um dos contemplados.
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