Neymar derrota português que também quis "fintar" Casillas

Tribunal Geral da União Europeia deu razão ao jogador brasileiro no diferendo com Carlos Moreira

A 17 de dezembro de 2012, Carlos Moreira acedeu ao site do Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO na sigla inglesa) para registar a marca "Neymar" para artigos de vestuário, calçado e chapelaria. Quatro meses depois, poucas semanas antes de o promissor futebolista ser transferido do Santos para o Barcelona, chegou a confirmação deste registo de marca, que é válido em todo o território da União Europeia e que coexiste com as marcas nacionais.

Durante quase três anos, este português residente em Guimarães foi o proprietário da marca. Até que a 11 de fevereiro de 2016, quando já era uma estrela consagrada na Europa e até estava a escassas semanas de ser transferido para os franceses do Paris Saint-Germain a troco de 222 milhões de euros – naquela que foi a transferência mais cara de sempre no futebol mundial –, o brasileiro apresentou um pedido de declaração de nulidade desta marca para todos os produtos designados. Agora o Tribunal Geral da União Europeia deu razão ao jogador brasileiro, conta o Negócios.

 

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