Nobel da Química premeia desenvolvimento de baterias de iões de lítio

Distinção atribuída a John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino

Nobel da Quimica
Nobel da Quimica

O Prémio Nobel da Química foi, esta quarta-feira, atribuído a John B. Goodenough, M. Stanley Whittingham e Akira Yoshino. O prémio distingue os estudos que permitiram o desenvolvimento de baterias de baterias de iões de lítio.

Os prémios Nobel nasceram da vontade do cientista e industrial sueco Alfred Nobel (1833-1896) em legar grande parte de sua fortuna a pessoas que trabalhem por "um mundo melhor". Alfred Nobel determinou a sua vontade num testamento feito em Paris, em 1895, um ano antes de sua morte.

O testamento previa que os juros do capital investido fossem distribuídos ao autor da descoberta ou invenção mais importante do ano no campo da Física, da Química, da Fisiologia ou Medicina, e da obra de Literatura de inspiração idealista que mais se tenha destacado. Uma última parte seria atribuída à personalidade que mais ou melhor contribuísse para "a aproximação dos povos".

Esta quinta-feira, serão atribuídos os Nobel da Literatura de 2018 e 2019 e na sexta-feira será conhecido o nome do novo Nobel da Paz. O último anúncio será feito no dia 14 de outubro e determinará o vencedor do Nobel da Economia.

A cerimónia de atribuição acontece anualmente a 10 de dezembro, data de aniversário da morte do seu mentor.

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