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É um génio informático com menos de 30 anos português e viverá na Europa de Leste. O homem identificado pela Polícia Judiciária (PJ) como o maior suspeito de se ter apoderado dos segredos do Benfica, desencadeando o caso dos emails, já tem nome identificado: Rui Pinto. Esta sexta-feira, ao 'Jornal de Notícias', o pai do 'hacker' nascido em Gaia assume que "desde o caso do 'Football Leaks' que [Rui Pinto] não pára no mesmo sítio". "Nessa altura a PJ disse-me que se ele viesse a Portugal era preso. Tem medo de regressar", afirmou à publicação.
E acrescentou: "Duvido muito que ele tenha conhecimentos informáticos para fazer o que o acusam. Não é assim tão perito quanto isso. Emigrou há alguns anos. Acho que está a trabalhar como freelancer em informática".
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O processo judicial em que o pirata informático português é suspeito integra, para lá da participação do Benfica, as queixas da Doyen, empresa liderada pelo português Nélio Lucas, e do Sporting. Todas essas participações criminais estão a ser investigadas pelo Ministério Público e PJ desde 2015. Agora, estão todas concentradas na equipa especial do Ministério Público, criada no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que investiga os principais processos do futebol.
A guerra movida pela Doyen, quando viu os seus segredos milionários na praça pública, foi brutal, levando à contratação de uma equipa de detectives privados ingleses, incluindo antigos espiões dos serviços secretos britânicos, para expor o misterioso ‘hacker’.
Aníbal Pinto, à data advogado de Rui Pinto, contou à CMTV que a Doyen quis "celebrar um contrato de trabalho com o meu cliente". O advogado desaconselhou Rui Pinto a fazê-lo e, ao canal da Cofina, disse ter sido ameaçado, apresentando queixa-crime contra a Doyen no MP de Matosinhos e também contra o causídico da empresa na ordem da classe.
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