Parlamento continua a pagar salários de funcionários dos partidos
PSD já assume que recruta assessores do seu mapa de pessoal. PS e PSD têm as diretoras de comunicação a receber pelo parlamento. No BE há vários casos
Depois do que aconteceu em 2023 com Rui Rio e em 2025 com Marine Le Pen, os partidos políticos portugueses continuam a declarar funcionários como assessores do grupo parlamentar, permitindo assim que a despesa dos seus salários seja suportada pela Assembleia da República (AR).
Há apenas algumas mudanças cosméticas. Um bom exemplo é Miguel Andrade, funcionário do PS na sede, no Largo do Rato, mas que o partido declara ser assessor do gabinete parlamentar. Um deputado do PS disse à Sábado que Miguel Andrade, “depois do que aconteceu com o caso de Rui Rio, passou a ser visto no parlamento, tal como a Susana Dutra [assessora de imprensa do PS]; antes, nunca os tinha visto cá”. Leia o artigo na íntegra na Sábado.