Autoridades russas atualizam para 115 o número de mortos em ataque terrorista em Moscovo: Estado Islâmico reivindica autoria
Há ainda mais de 140 feridos
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Onze pessoas foram detidas na sequência do ataque. Quatro delas estarão diretamente envolvidas no tiroteio. Segundo a Reuters, o Daesh reivindicou a responsabilidade pelo ataque. Cerca de 100 pessoas foram retiradas do edifício. No entanto, algumas ainda estão presas no interior da sala de concertos, informou a agência noticiosa estatal russa TASS. A mesma fonte indica que o telhado do teatro desabou. Pelo menos cinco pessoas camufladas dispararam tiros. Os suspeitos abriram fogo e lançaram uma granada que iniciou um incêndio. Uma das testemunhas no local refere que os homens usaram uma metralhadora e "atiraram no meio da multidão". A Guarda Nacional Russa fez buscas no local para encontrar os autores do ataque à sala de espetáculos. Também foi aberto um caso de terrorismo criminal sobre o tiroteio, pelo Comité de Investigação Russa. A agência RIA Novosti avança que os atacantes terão fugido do local do tiroteio num Renault branco. "As pessoas no corredor deitaram-se no chão para escapar do tiroteio, ficaram ali durante cerca de 15 a 20 minutos, depois disso começaram a rastejar para fora. Muitos conseguiram sair", referem. Mais de 50 equipas de ambulâncias foram enviadas para o local, informou a agência de notícias RIA. A polícia e os bombeiros também estão no local. Um helicóptero também foi acionado para combater as chamas. O tiroteio parece ter começado durante um concerto da banda "Picnic". O governador da região de Moscovo, Andrei Vorobiev, já disse estar a caminho do teatro e que "todos os pormenores virão mais tarde", apresentando as condolências às vítimas mortais. O presidente da Câmara de Mosocovo, Sergei Sobyanin, também já cancelou todos os eventos desportivos, culturais e outros eventos públicos de grande dimensão em Moscovo no fim de semana. A Casa Branca, dos Estados Unidos da América, considera as imagens do tiroteio "horríveis" e apela para que todos os americanos que estejam em Moscovo evitem a área onde ocorreu o tiroteio. A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, apelou para que se condenasse o tiroteio ocorrido como "um crime monstruoso" e afirma que vai reforçar as medidas de segurança nos aeroportos e estações ferroviárias de Moscovo. Yullia Navalnaya, viúva do líder da oposição russa Alexei Navalny, também já apresentou as condolências às famílias das vítimas. "Todos os envolvidos neste crime devem ser encontrados e levados à justiça", refere. O Ministério nos Negócios Estrangeiros Franceses disse que os "seus pensamentos estão com as vítimas do tiroteio" e "com o povo russo". O conselheiro presidencial ucraniano, Mikhailo Podoliak, refere que a Ucrânia "não teve nada a haver com o tiroteio" e classifica o ataque como um "ato terrorista". "Sejamos claros, a Ucrânia não tem absolutamente nada que ver com esses acontecimentos", refere. O Ministério da Defesa da Ucrânia acusou também os serviços secretos russos de planearem o ataque. "Temos uma guerra total e em grande escala com o exército regular russo e com a Federação Russa como país. E independentemente de tudo, tudo será decidido no campo de batalha", acrescentou. O ex-presidente russo, Dmitri Medvedev, disse que a Rússia "destruirá" os líderes ucranianos caso se confirme que são responsáveis pelo atentado. A Turquia também condenou o tiroteio na sala de espetáculos de Moscovo. O ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan disse ao homólogo russo, Sergei Lavrov, num telefonema, que se tratava de "um ataque terrorista". Vladimir Putin, presidente russo, foi informado da situação "nos primeiros minutos" e recebe atualizações constantes sobre a situação.O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, também já lamentou as "notícias horrendas" do atentado terrorista. Refere que "ataques contra civis são sempre inaceitáveis" O Governo brasileiro mostrou-se solidário para com o povo e Governo da Rússia, reiterando o "repúdio a todo e qualquer ato de terrorismo", na sequência do ataque mortal. (notícia atualizada às 23h20)
Um tiroteio na cidade de Moscovo provocou um incêndio no teatro Crocus City Hall, na tarde desta sexta-feira, avançou o Sputnik. As autoridades russas confirmaram pelo menos 115 vítimas mortais e, segundo, o Serviço Federal de Segurança, 145 pessoas estão feridas.
Onze pessoas foram detidas na sequência do ataque. Quatro delas estarão diretamente envolvidas no tiroteio. Segundo a Reuters, o Daesh reivindicou a responsabilidade pelo ataque.
Cerca de 100 pessoas foram retiradas do edifício. No entanto, algumas ainda estão presas no interior da sala de concertos, informou a agência noticiosa estatal russa TASS. A mesma fonte indica que o telhado do teatro desabou.
Pelo menos cinco pessoas camufladas dispararam tiros. Os suspeitos abriram fogo e lançaram uma granada que iniciou um incêndio. Uma das testemunhas no local refere que os homens usaram uma metralhadora e "atiraram no meio da multidão".
A Guarda Nacional Russa fez buscas no local para encontrar os autores do ataque à sala de espetáculos. Também foi aberto um caso de terrorismo criminal sobre o tiroteio, pelo Comité de Investigação Russa.
A agência RIA Novosti avança que os atacantes terão fugido do local do tiroteio num Renault branco.
"As pessoas no corredor deitaram-se no chão para escapar do tiroteio, ficaram ali durante cerca de 15 a 20 minutos, depois disso começaram a rastejar para fora. Muitos conseguiram sair", referem.
Mais de 50 equipas de ambulâncias foram enviadas para o local, informou a agência de notícias RIA. A polícia e os bombeiros também estão no local. Um helicóptero também foi acionado para combater as chamas.
O tiroteio parece ter começado durante um concerto da banda "Picnic".
O governador da região de Moscovo, Andrei Vorobiev, já disse estar a caminho do teatro e que "todos os pormenores virão mais tarde", apresentando as condolências às vítimas mortais.
O presidente da Câmara de Mosocovo, Sergei Sobyanin, também já cancelou todos os eventos desportivos, culturais e outros eventos públicos de grande dimensão em Moscovo no fim de semana.
A Casa Branca, dos Estados Unidos da América, considera as imagens do tiroteio "horríveis" e apela para que todos os americanos que estejam em Moscovo evitem a área onde ocorreu o tiroteio.
A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, apelou para que se condenasse o tiroteio ocorrido como "um crime monstruoso" e afirma que vai reforçar as medidas de segurança nos aeroportos e estações ferroviárias de Moscovo.
Yullia Navalnaya, viúva do líder da oposição russa Alexei Navalny, também já apresentou as condolências às famílias das vítimas. "Todos os envolvidos neste crime devem ser encontrados e levados à justiça", refere.
O Ministério nos Negócios Estrangeiros Franceses disse que os "seus pensamentos estão com as vítimas do tiroteio" e "com o povo russo".
O conselheiro presidencial ucraniano, Mikhailo Podoliak, refere que a Ucrânia "não teve nada a haver com o tiroteio" e classifica o ataque como um "ato terrorista".
"Sejamos claros, a Ucrânia não tem absolutamente nada que ver com esses acontecimentos", refere.
O Ministério da Defesa da Ucrânia acusou também os serviços secretos russos de planearem o ataque.
"Temos uma guerra total e em grande escala com o exército regular russo e com a Federação Russa como país. E independentemente de tudo, tudo será decidido no campo de batalha", acrescentou.
O ex-presidente russo, Dmitri Medvedev, disse que a Rússia "destruirá" os líderes ucranianos caso se confirme que são responsáveis pelo atentado.
A Turquia também condenou o tiroteio na sala de espetáculos de Moscovo. O ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan disse ao homólogo russo, Sergei Lavrov, num telefonema, que se tratava de "um ataque terrorista".
Vladimir Putin, presidente russo, foi informado da situação "nos primeiros minutos" e recebe atualizações constantes sobre a situação.O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, também já lamentou as "notícias horrendas" do atentado terrorista. Refere que "ataques contra civis são sempre inaceitáveis"
O Governo brasileiro mostrou-se solidário para com o povo e Governo da Rússia, reiterando o "repúdio a todo e qualquer ato de terrorismo", na sequência do ataque mortal.
(notícia atualizada às 23h20)
Onze pessoas foram detidas na sequência do ataque. Quatro delas estarão diretamente envolvidas no tiroteio. Segundo a Reuters, o Daesh reivindicou a responsabilidade pelo ataque.
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Cerca de 100 pessoas foram retiradas do edifício. No entanto, algumas ainda estão presas no interior da sala de concertos, informou a agência noticiosa estatal russa TASS. A mesma fonte indica que o telhado do teatro desabou.
Pelo menos cinco pessoas camufladas dispararam tiros. Os suspeitos abriram fogo e lançaram uma granada que iniciou um incêndio. Uma das testemunhas no local refere que os homens usaram uma metralhadora e "atiraram no meio da multidão".
A Guarda Nacional Russa fez buscas no local para encontrar os autores do ataque à sala de espetáculos. Também foi aberto um caso de terrorismo criminal sobre o tiroteio, pelo Comité de Investigação Russa.
A agência RIA Novosti avança que os atacantes terão fugido do local do tiroteio num Renault branco.
"As pessoas no corredor deitaram-se no chão para escapar do tiroteio, ficaram ali durante cerca de 15 a 20 minutos, depois disso começaram a rastejar para fora. Muitos conseguiram sair", referem.
Mais de 50 equipas de ambulâncias foram enviadas para o local, informou a agência de notícias RIA. A polícia e os bombeiros também estão no local. Um helicóptero também foi acionado para combater as chamas.
O tiroteio parece ter começado durante um concerto da banda "Picnic".
O governador da região de Moscovo, Andrei Vorobiev, já disse estar a caminho do teatro e que "todos os pormenores virão mais tarde", apresentando as condolências às vítimas mortais.
O presidente da Câmara de Mosocovo, Sergei Sobyanin, também já cancelou todos os eventos desportivos, culturais e outros eventos públicos de grande dimensão em Moscovo no fim de semana.
A Casa Branca, dos Estados Unidos da América, considera as imagens do tiroteio "horríveis" e apela para que todos os americanos que estejam em Moscovo evitem a área onde ocorreu o tiroteio.
A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, apelou para que se condenasse o tiroteio ocorrido como "um crime monstruoso" e afirma que vai reforçar as medidas de segurança nos aeroportos e estações ferroviárias de Moscovo.
Yullia Navalnaya, viúva do líder da oposição russa Alexei Navalny, também já apresentou as condolências às famílias das vítimas. "Todos os envolvidos neste crime devem ser encontrados e levados à justiça", refere.
O Ministério nos Negócios Estrangeiros Franceses disse que os "seus pensamentos estão com as vítimas do tiroteio" e "com o povo russo".
O conselheiro presidencial ucraniano, Mikhailo Podoliak, refere que a Ucrânia "não teve nada a haver com o tiroteio" e classifica o ataque como um "ato terrorista".
"Sejamos claros, a Ucrânia não tem absolutamente nada que ver com esses acontecimentos", refere.
O Ministério da Defesa da Ucrânia acusou também os serviços secretos russos de planearem o ataque.
"Temos uma guerra total e em grande escala com o exército regular russo e com a Federação Russa como país. E independentemente de tudo, tudo será decidido no campo de batalha", acrescentou.
O ex-presidente russo, Dmitri Medvedev, disse que a Rússia "destruirá" os líderes ucranianos caso se confirme que são responsáveis pelo atentado.
A Turquia também condenou o tiroteio na sala de espetáculos de Moscovo. O ministro das Relações Exteriores, Hakan Fidan disse ao homólogo russo, Sergei Lavrov, num telefonema, que se tratava de "um ataque terrorista".
Vladimir Putin, presidente russo, foi informado da situação "nos primeiros minutos" e recebe atualizações constantes sobre a situação.O ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, também já lamentou as "notícias horrendas" do atentado terrorista. Refere que "ataques contra civis são sempre inaceitáveis"
O Governo brasileiro mostrou-se solidário para com o povo e Governo da Rússia, reiterando o "repúdio a todo e qualquer ato de terrorismo", na sequência do ataque mortal.