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Masoud Pezeshkian fala em “declaração de guerra contra os muçulmanos"
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O Presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou este domingo que vingar a morte do líder supremo, o ‘ayatollah’ Ali Khamenei, era um “direito e um dever legítimo” para a República Islâmica.
Ali Khamenei, 86 anos, foi morto no sábado em Teerão no início dos ataques de Israel e dos Estados Unidos contra o Irão, que continuaram hoje.
Pezeshkian considerou que a morte de Ali Khamenei constituía uma “declaração de guerra contra os muçulmanos e, em particular, contra os xiitas em todo o mundo”, referiu num comunicado divulgado pela televisão estatal.
Justificou tratar-se da “mais alta autoridade política da República Islâmica do Irão e de um eminente líder do xiismo no mundo”, acrescentou na mesma nota citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Em causa estão declarações do autarca sobre a etnia cigana numa assembleia municipal.
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