Proença de Carvalho vai ser investigado

Nas alegações finais da Operação Fizz, o Ministério Público anunciou extração de certidões para o advogado e o banqueiro Carlos Silva

• Foto: David Martins

A sentença da Operação Fizz, na qual o ex-procurador Orlando Figueira é arguido pelo crime de corrupção, será lida no dia 7 de dezembro. 

O Ministério Público só vai extrair certidões em nome de Daniel Proença de Carvalho, advogado, e de Carlos Silva, banqueiro, depois da leitura do acórdão.

A marcação da data da leitura do acórdão foi feita pelo colectivo de juízes na sessão de hoje de alegações finais do julgamento.

O processo Operação Fizz tem como arguidos Orlando Figueira, o empresário Armindo Pires e o advogado Paulo Blanco.

Este caso assenta na acusação de que o ex-vice-Presidente angolano, Manuel Vicente, corrompeu Orlando Figueira, com o pagamento de 760 mil euros, para que este arquivasse dois inquéritos em que estava a ser investigado, um deles o caso da empresa Portmill, relacionado com a aquisição de um imóvel de luxo no Estoril em 2008.

O processo relativo a Manuel Vicente, acusado de corrupção ativa, foi separado e entregue às autoridades angolanas.


Autor: Sábado com Lusa 

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