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Rui Pinto, colaborador do Football Leaks, está desde quinta-feira em Portugal, tendo pernoitado no Estabelecimento Prisional anexo à Polícia Judiciária de Lisboa, de onde saiu por volta das 15h15
Rui Pinto já está no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, no Campus da Justiça para ser presente a primeiro interrogatório.
O colaborador do Football Leaks está desde quinta-feira em Portugal, tendo pernoitado no Estabelecimento Prisional anexo à Polícia Judiciária de Lisboa, de onde saiu por volta das 15h15.
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O 'pirata' informático chegou a Lisboa perto das 19h00 de quinta-feira, depois de uma viagem de três horas – o avião da TAP que o transportou saiu de Budapeste perto das 16h00, com um atraso de meia hora, como noticiaram o CM e a CM TV, que fizeram a viagem com Rui Pinto.
Rui Pinto viajou em classe executiva, acompanhado por dois inspetores da PJ. Um terceiro seguia em segunda classe, para garantir a segurança da operação. Algemado assim que o avião aterrou, foi o primeiro a sair e logo transportado numa carrinha com vidros fumados da PJ que se encontrava na pista do Aeroporto Humberto Delgado.
Rui Pinto, que foi entregue às autoridades portuguesas na capital da Hungria, ficou em prisão domiciliária a 16 de janeiro, na sequência de um mandado de detenção europeu emitido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).
Na base do mandado estão acessos aos sistemas informáticos do Sporting e do fundo de investimento Doyen Sports, assim como a divulgação de documentos confidenciais. Suspeita-se de que possa ter estado na origem da divulgação dos emails do Benfica, algo que tem negado. Nesta fase, só pode ser interrogado pelas matérias que constam do mandado de detenção.
Indiciado de seis crimes (dois de acesso ilegítimo, dois de violação de segredo, um de ofensa a pessoa coletiva e outro de extorsão na forma tentada), o ‘hacker’ viu o Tribunal Metropolitano de Budapeste decretar a sua extradição, no dia 5. Apresentou recurso, mas a decisão seria confirmada.
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