Supremo nega pedido para libertar jovem que abandonou recém-nascido no lixo

Habeas corpus pedia a libertação imediata de Sara, considerando que a prisão preventiva era ilegal

O Supremo Tribunal de Justiça rejeitou o pedido para libertar a jovem de 22 anos que abandonou um recém-nascido no lixo, em Lisboa. O habeas corpus entregue por um grupo de advogados pedia a libertação imediata de Sara, considerando que a prisão preventiva era ilegal e que a jovem agiu influenciada pelo "stress pós-traumático" provocado pelo parto. Na decisão a que a SÁBADO teve acesso, o relator, o juiz conselheiro Nuno Gonçalves, dá como "improcedente, por não verificação dos pressupostos, a petição de habeas corpus, apresentada pelos requerentes".

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