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Vamos ter uma má recuperação

ECONOMIA NACIONAL É DAS ÚLTIMAS A CRESCER

As três principais agências de rating do Mundo estimam que a economia portuguesa seja uma das últimas a recuperar da crise financeira. De acordo com os relatórios da Fitch, a Moodys e a Standard & Poors, esta previsão "sombria" é explicada pelo fraco potencial do crescimento, a subida do desemprego e a falta de competitividade da economia.

Na próxima legislatura, o Executivo vai ter de enfrentar estes obstáculos que, segundo a Moodys, serão agravados pela "persistente falta de vontade política". Já a Fitch defende que o nosso mercado de possui "uma força de trabalho pouco qualificada e um sistema judicial ineficiente". Por todos estes motivos, as agências preveem uma recuperação económica "ligeiramente mais lenta do que a média da Zona Euro".

Na mesma altura, a Lusa avançou que, até agosto, a economia nacional utilizou apenas 28,7 por cento do total de verbas disponibilizadas pelo Executivo para o combate à crise. Isto é, dos 20 mil milhões de euros aprovados, a economia portuguesa recebeu 377 milhões, a que acrescem 5,6 mil milhões em garantias do Estado aos bancos.

Contrariando o cenário traçado pelas agências de rating, os presidentes da Caixa Geral de Depósitos, do BCP e do Crédito Agrícola defenderam ontem que o sistema financeiro está mais forte do que há 12 meses. Afirmações sustentadas pelo Banco de Portugal, que garantiu que "o problema agudo de liquidez na banca está ultrapassado".

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