JMJ: Recusada a entrada a 139 pessoas nas fronteiras portuguesas desde 22 de julho

Em causa falta de documentos válidos, passaportes ou cartões de cidadãos

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• Foto: Ricardo Ponte
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Desde o início da operação de controlo de fronteiras no âmbito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em Lisboa, foi recusada a entrada a 139 pessoas, segundo dados esta terça-feira divulgados pelo Sistema de Segurança Interna (SSI).

Na conferência de imprensa diária sobre a operação de segurança da JMJ, o porta-voz do SSI revelou que, desde que começaram os controlos documentais nas fronteiras, a 22 de julho, foram controladas 866 mil pessoas e, destas, 139 não puderam entrar em território português.

"O que corresponde a 0,01% do total de pessoas controladas nas fronteiras", especificou Artur Querido.

A maioria destas recusas está relacionada com a falta de documentos válidos, passaportes ou cartões de cidadãos que habilitam as pessoas a passar a fronteira, sublinhou.

Além disso, foram controladas 12.945 viaturas, 1.133 embarcações e 4.333 voos, especificou ainda.

Mais de um milhão de pessoas são esperadas em Lisboa entre esta terça-feira e domingo para a JMJ, considerado o maior acontecimento da Igreja Católica, e que contará com a presença do Papa Francisco.

As principais iniciativas da jornada decorrem no Parque Eduardo VII, na zona de Belém e no Parque Tejo, um recinto com cerca de 100 hectares a norte do Parque das Nações e em terrenos dos concelhos de Lisboa e Loures.

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