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A European Leagues reuniu-se, esta sexta-feira, no Porto, mais concretamente no Estádio do Dragão e contou com a presença de André Villas-Boas, líder dos portistas. Este é primeiro encontro em Portugal desde que Pedro Proença lidera a associação europeias das ligas profissionais.
"A Liga Portugal assumiu esta responsabilidade, desde dezembro, e tentámos também trazer as maiores ligas europeias ao nosso Thinking Football Summit. Aproveitámos esta parceria para realizarmos aqui na cidade do Porto este Board of Directors da European Leagues. Muitos temas foram aqui discutidos, numa fase em que estamos a finalizar com a UEFA a distribuição das verbas que vão ser contempladas para os clubes que não participam nas competições; a continuação da discussão do modelo de governação e as relações que vamos mantendo com os nossos stakeholders. Foi uma reunião muitíssimo produtiva, com envolvimento das grandes ligas europeias, portanto, estamos muito satisfeitos com o trabalho que estamos a desenvolver", disse Pedro Proença, após quatro horas de trabalhos que incluíram uma análise das relações com os demais stakeholders e do modelo de distribuição das receitas das competições europeias aos clubes não participantes.
Pelo seu lado, André Villas-Boas mostrou o seu otimismo face ao futuro do futebol nacional em contexto europeu. "Felizmente, a relação da Liga com os 34 clubes é, hoje, extremamente positiva. De notar que tivemos a presença do presidente do FC Porto que, obviamente, partilhou também com as restantes ligas os próximos passos do que o clube pretende fazer. Vivemos um momento muito positivo do futebol português. Um momento de agregação, em que esta comunidade do futebol é capaz de perceber a importância da discussão fora das quatro linhas, porque discutirmos a indústria do dutebol é o fundamental", disse, evidenciando o papel do FC Porto neste quadro: "O FC Porto, neste caso, facilita a sua casa para que haja sempre um bom entendimento, relativamente ao futuro desenvolvimento do futebol europeu. Há muitos temas prementes em causa e estas reuniões servem, precisamente, para esclarecer todas as dúvidas e para lançar esses problemas prementes à UEFA, no sentido da boa resolução dos mesmos, sejam eles os calendários competitivos, os contratos dos jogadores, os próprios jogos internacionais dos jogadores dos clubes europeus e as ameaças constantes de ligas paralelas, superligas, e o efeito que podem ter, relativamente às competições europeias. É o nosso objetivo estarmos próximos deste debate e é com muito gosto que os recebemos."
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