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Quem não se recorda de, na infância, jogar futebol dois contra dois com pequenas balizas? Em muitas zonas do país designavam essa forma de futebol de rua como “balizinhas”. Houve quem agarrasse a ideia e inventasse uma nova modalidade a partir daí: chama-se jorkyball e está para o futebol como o squash para o ténis.
Desde ontem e até domingo, a Marinha Grande recebe a maior competição mundial de jorkyball: três provas que envolvem 55 jogadores, em representação de Portugal, Itália, Hungria, França e Polónia. Os jogos têm lugar no jorkyball da Marinha Grande, entre as 9h15 e as 19h30.
Ambiciosos
Rodrigo Silva e Tomás Silva, os elementos mais veteranos da Seleção, que já representaram Portugal na anterior edição da prova, acreditam que a qualidade técnica dos portugueses é suficiente para chegar, pelo menos, ao 2.º lugar. Uma opinião também partilhada pelos três estreantes da equipa nacional: Bruno Sousa, Ricardo Mina e Carlos Tiago. Os cinco, e o selecionador nacional Nélson Silva elegem a França como principal obstáculo ao título europeu: “Eles são atualmente os adversários mais difíceis. Têm muito mais anos de jorkyball.”
A prova, contudo, pode servir para a afirmação de Portugal na modalidade. O diretor- desportivo da Federação Internacional de Jorkyball (FIJA), Alessio di Maio, está confiante nisso: “A realização da competição na Marinha Grande vai catapultar o jorkyball em Portugal para outro nível. É preciso aumentar a quantidade de praticantes”.
Jogar entre paredes
O jorkyball é interpretado por quatro jogadores divididos por duas equipas num corte flexível de 10x5 metros, composto por paredes transparentes com 3 metros de altura, e uma rede como teto.
Em cada equipa há um defesa e um avançado. É um jogo de tabelas, com as paredes a servirem de parceiro. O objetivo é ganhar três “sets” à melhor de cinco: em cada “set” uma das equipas tem que atingir os 7 golos.
Há regras específicas para os jogadores: o defesa, sem bola, pode ir até à linha do meio campo; com bola, pode ir até à linha de penálti do meio campo adversário; o avançado pode movimentar-se sem restrições, à exceção da zona defensiva adversária.
O jogo inicia-se com um remate que ultrapasse a linha do meio-campo.
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