Luciano Gonçalves quer fazer um terceiro mandato à frente da APAF e tem como uma das premissas da candidatura, que apresentou ontem na Batalha, "humanizar a imagem do árbitro". Para o conseguir, aposta em várias medidas, mas reconhece que a comunicação é "essencial". O dirigente aplaude a revelação das decisões ao vivo nos lances que envolvem o VAR, mas, questionado por Record sobre a possibilidade de os juizes também falarem na flash interview, reconhece que se pode ir mais longe. "Acreditem que os árbitros também gostariam de chegar ao final dos jogos e dizerem o porquê daquela decisão", afirmou o homem que está há 8 anos à frente da APAF e espera a alteração dos regulamentos, que permitam aos árbitros prestar declarações no final dos jogos.
Além da construção do centro de estágios, que só aguarda a "luz verde da FPF", Luciano Gonçalves pretende convencer a tutela a reconhecer a carreira de juiz/árbitro "com direitos e deveres", dividindo profissionais e voluntários, defendendo ainda a criação de um fundo de pensões para os árbitros. O candidato pretende reabrir a discussão "em torno dos direitos de imagem dos árbitros", por forma a conseguir melhores condições para a classe e reclama do Governo as condições para a efetivação da profissionalização. "Precisamos ter do nosso lado a Federação, a Liga e as associações distritais, mas se o Governo não estiver para aí virado não depende de nós."
A lista de Luciano Gonçalves é de continuidade e as principais novidades consistem na saída de Artur Soares Dias da presidência da Assembleia Geral (AG) para a liderança do Conselho Consultivo. Luís Godinho foi escolhido como candidato à mesa da AG.
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