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O International Football Association Board (IFAB) aprovou este sábado uma série de novas regras em leis de jogo que irão ser implementadas já no Mundial'2026 e, posteriormente, nas outras competições. Além das alterações que vão ser levadas a cabo, e numa semana ainda marcada pelo caso Prestianni-Vini Jr, na reunião que decorreu no País de Gales ficou estabelecido o compromisso de "desenvolver medidas" que punam "os jogadores que cubram a boca quando confrontam adversários durante os jogos", além dos "jogadores que decidam unilateralmente deixar o terreno de jogo como forma de protesto contra uma decisão do árbitro ou instigados por membros da equipa".
Recorde-se que a polémica surgiu no Benfica-Real Madrid, na 1.ª mão do playoff de acesso aos oitavos de final da Champions, quando Prestianni se dirigiu a Vinicíus Jr. com a camisola a tapar-lhe a boca, correndo o jogador brasileiro logo de seguida até ao árbitro acusando o argentino do Benfica de o ter chamado 'mono' (macaco). A UEFA abriu entretanto uma investigação a Prestianni, que entretanto já foi suspenso preventivamente falhando o jogo da 2.ª mão no Bernabéu. O extremo pode levar um castigo de 10 jogos.
Das regras que vão então já entrar em vigor, destaque para as que têm intenção de acabar (ou, pelo menos, minimizar...) o tempo desperdiçado. Assim, será imposto um limite ao tempo nos lançamentos da linha lateral, pontapés de baliza (5 segundos nos dois casos), bem como nas substituições (não podem demorar mais de 10 segundos).
"Quando um jogador é assistido por causa de uma lesão em campo, ou a mesma lesão leva a que o jogo seja interrompido, o jogador terá de deixar o relvado e permanecer fora do mesmo durante um minuto, a partir do momento em que o jogo foi retomado", pode ler-se no comunicado divulgado pelo IFAB no seu site oficial.
Para o VAR também há novidades: pode intervir em "cartões vermelhos que surjam de um segundo cartão amarelo incorretamente mostrado" e em casos de "identidade confundida, quando o árbitro penaliza a equipa errada por uma ofensa resultante de um vermelho ou amarelo mostrado ao jogador errado". O VAR vai poder ainda fazer a revisão a um pontapé de canto assinalado de forma errada, "desde que a revisão possa ser feita imediatamente e sem demora à retoma" do jogo.
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