Caso da TV no balneário do Dragão: presidente da APAF critica regulamento

José Borges aponta "mais um sinal da falência" do atual modelo disciplinar

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Fábio Veríssimo apitou o FC Porto-Sp. Braga a 2 de novembro
Fábio Veríssimo apitou o FC Porto-Sp. Braga a 2 de novembro • Foto: José Gageiro/Movephoto

O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), José Borges, deixa críticas ao atual Regulamento Disciplinar que considera estar em "falência", recorrendo ao caso da televisão no balneário do árbitro Fábio Veríssimo, no Dragão, a 2 de novembro, no FC Porto-Sp. Braga. 

"O acórdão tornado público no caso do árbitro Fábio Veríssimo é mais um sinal da falência do atual Regulamento Disciplinar, desajustado da realidade e totalmente insuficiente quanto à proteção da arbitragem" aponta o dirigente, num publicado em Record. "Multas simbólicas para atos graves institucionalizam a impunidade e legitimam a intimidação sobre os árbitros", acrescenta, numa alusão aos .

José Borges defende a revisão "urgente" e "obrigatória" do atual Regulamento de Disciplinar, cujos modelos, diz, "não protegem a arbitragem e perderam qualquer efeito dissuasor". Além de criticar a "inação do Governo", o líder da APAF sustenta: "A profissionalização da arbitragem tem de avançar já."

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