FC Porto-Benfica: 'Ódio de estimação' acaba na rua

Duelo sempre quentes entre Paulinho Santos e João Vieira Pinto

• Foto: Arquivo/Paulo César

Decorria o dia 3 de janeiro de 1998 e o FC Porto recebia o Benfica nas Antas. Os dragões defendiam o estatuto de campeão e também a liderança à 15ª jornada. Para além disso, outro fator apimentava o clássico: a colocação de Paulinho Santos a trinco exatamente na zona de ação de João Vieira Pinto, que era lançado por Greame Souness como organizador do jogo das águias, imediatamente atrás de Nuno Gomes, o homem mais ofensivo.

Este era, à partida, o cenário que António Costa, árbitro internacional da AF Setúbal, teria de enfrentar, sabendo de antemão que estariam reunidas as condições para uma arbitragem muito difícil. As suspeitas confirmaram-se e o ‘ódio de estimação’ entre os dois jogadores, que já vinha de longe e se tornou famoso no futebol português, acabou... na rua. Costa viu-se obrigado a expulsar os dois jogadores quando estavam decorridos 64 minutos e com o FC Porto em vantagem por 1-0.

Até aí, João Vieira Pinto desbobinou o seu melhor futebol e só recorrendo a faltas foi possível a Paulinho Santos travar o criativo da Luz. Isto até que, numa interrupção, o dragão acertou com uma cotovelada em João Vieira Pinto, sendo expulso de imediato. No calor do jogo, o avançado do Benfica fez menção de reagir e foi contemplado com o segundo cartão amarelo. António Costa não tinha outra alternativa.

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