Identidade trocada foi mal aplicada no Mundial'2026: IFAB esclarece regra que João Pinheiro usou

Em causa a aplicação num contexto de simulação

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O momento em que João Pinheiro mostrou vermelho a Embolo
O momento em que João Pinheiro mostrou vermelho a Embolo • Foto: AP
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O IFAB alertou esta segunda-feira, numa circular interna, que a regra da 'identidade trocada' não deve ser usada para punir simulações, como aconteceu em alguns jogos do Mundial'2026, um deles com João Pinheiro no comando da equipa de arbitragem.

Na nota emitida, no ponto 3, relativo a "Protocolo do VAR – erro de identidade", é explicado que "um cartão amarelo (advertência) que não seja um segundo cartão amarelo só pode ser revisto para identificar o jogador que cometeu a infração que foi penalizada; a infração em si não pode ser revista/alterada." 

Caso não tivesse sido aplicada - sabe-se agora de forma irregular -, no duelo entre Argentina e Suíça o não teria visto o segundo cartão amarelo e sido expulso, na altura por ter simulado uma falta de Leandro Paredes que João Pinheiro assinalou (erradamente) em campo. Nesse contexto, a intervenção do VAR apenas poderia visar a retirada do cartão amarelo pela inexistência de falta e nunca para alterar a mesma para a simulação- que seria uma outra infração.

Além do lance deste jogo dos 'quartos', esta regra foi ainda aplicada, também de forma errada, no jogo entre Estados Unidos e Paraguai, na altura para punir uma simulação de Miguel Almirón, num lance no qual Tim Ream tinha sido admoestado. Ao contrário de Embolo, no caso do paraguaio tratou-se do primeiro amarelo.

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