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José Pratas: «Quando adormecia só via o Couto e o Paulinho Santos»

Ex-árbitro recorda noites após clássicos bem quentes

• Foto: Arquivo/Paulo Esteves
A responsabilidade nos clássicos era tal que, por vezes, nem dava para descansar adequadamente. José Pratas sabe bem disso. "Numa vez nem preguei olho! Cada vez que fechava os olhos lá vinham o Couto e o Paulinho Santos direitos a mim…", conta-nos o ex-árbitro, que estava na Invicta com António Montiel, então psicólogo na Liga. "Disse-me que eu sentia responsabilidade. Só pensei que não me ia mexer no jogo! Mas ele lá virou aquilo do avesso e fiz mais um clássico. Parecia que tinha descansado a noite toda", revela.
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