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Profissionalismo arranca

A arbitragem portuguesa, em tempos não muito distantes, já esteve muito perto deste caminho quando decorreu o que na altura foi considerado um projeto-piloto aproveitado para melhorar os diversos cent

Profissionalismo arranca
Profissionalismo arranca

Com um grupo restrito de árbitros – Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Pedro Proença, Duarte Gomes e Olegário Benquerença estão confirmados –, arranca na próxima terça-feira, dia 3 de novembro, a profissionalização da arbitragem da portuguesa. Os árbitros escolhidos para esta espécie de ano zero vão passar a ter como atividade principal a arbitragem, treinando-se, sempre que houver disponibilidade e muito em função dos jogos europeus que terão de dirigir, pois são todos internacionais, à terça-feira e à quinta-feira de tarde, e passando a ter um vencimento fixo a definir pelo Conselho de Arbitragem da FPF, para além dos prémios de jogo.

A arbitragem portuguesa, em tempos não muito distantes, já esteve muito perto deste caminho quando decorreu o que na altura foi considerado um projeto-piloto aproveitado para melhorar os diversos centros de treino onde até aqui os árbitros trabalhavam, normalmente ao fim do dia e já com preparadores físicos indicados pelo CA da FPF.

Agora é mais a sério e os árbitros envolvidos vão terminar a época com o estatuto de profissionais, cumprindo os cânones exigidos pelo presidente da FIFA para os árbitros a chamar para uma fase final de um Mundial de futebol. Uma questão pacífica na parte que toca a Portugal pois Pedro Proença é um indiscutível no Mundial do Brasil, onde terá a companhia também certa do árbitro assistente Bertino Miranda. Por falar nos árbitros assistentes, continua por definir o que lhes vai acontecer neste processo mas é bem provável que não falte muito tempo para também integrarem o grupo dos profissionais.

Para alguns dos árbitros já citados, a vida não mudará muito. Pedro Proença trabalha por sua conta e o mesmo acontece com Jorge Sousa, enquanto Artur Soares Dias rescindiu com a empresa onde trabalhava como diretor de recursos humanos há relativamente pouco tempo. Olegário Benquerença também é profissional liberal e Duarte Gomes trabalhava a tempo parcial no BES.

Para concretizar este projeto, a FPF vai disponibilizar 150 mil euros que se somam ao custo médio de 4 milhões da arbitragem de 1.ª categoria, custos normalmente suportados pela Liga, onde Mário Figueiredo está numa fase de cumprir calendário, com Rui Pedro Soares já posicionado para lhe suceder depois de José Couceiro ter deixado de ser “o homem ideal”...

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