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Profissionalismo por maioria absoluta

Estudo da Delloite encomendado pela FPF e que Record divulgou em 1.ª mão em julho...

Profissionalismo por maioria absoluta
Profissionalismo por maioria absoluta

A profissionalização era um desejo antigo dos árbritros e não gerou controvérsia, conforme ficou explícito no estudo da Delloite encomendado pela FPF e que Record divulgou em 1.ª mão em julho.

Os números que resultaram de 112 inquéritos online enviados a 25 árbitros de 1.ª categoria, a 35 de 2.ª categoria e a 52 árbitros assistentes foram bem expressivos: 88,6% das respostas validam a tese de que a profissionalização contribuiria para a melhoria da indústria do futebol em Portugal. Mas mais importante foi a resposta à pergunta sobre a disponibilidade dos árbitros de abdicar da atividade profissional que exercem, para se dedicarem a tempo inteiro à arbitragem. Aí, 87,5% dos árbitros disseram “sim”, enquanto apenas 12,5% reagiram pela negativa. Fica o sinal inequívoco de que os nossos árbitros que estão no topo da pirâmide hierárquica ou que para lá caminham se mostravam dispostos a abraçar este projeto.

Num inquérito respondido por 78,6% dos inquiridos – 21,4% dos visados não responderam... – ficou-se também a saber que 64,7% dos árbitros gostariam de dedicar mais de 33 horas por semana à arbitragem, enquanto apenas 1,1% entendem que 8 horas seriam suficientes.

Do estudo ressaltou também a ideia de que a profissionalização implicava uma clara subida de rendimentos para os árbitros, pois 42,1% têm um rendimento anual entre 7.500 e 14.999 euros nas suas atividades profissionais, sendo sabido que só com a atividade de árbitro podem atingir um rendimento anual no máximo de 72 mil euros, isto no que diz respeito aos árbitros do quadro principal. Só 2,3% dos árbitros têm hoje um rendimento superior a 45 mil euros nas suas profissões.

O importante estudo encomendado pela FPF deu-nos ainda conta de que 22,7% dos árbitros de 1.ª categoria aceitariam a profissionalização com a garantia de mais 40 mil euros em relação ao seu atual rendimento profissional, enquanto 31,9% são mais modestos e apenas “exigem” mais 30 mil euros.

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