Tolerância zero já deu oito expulsões

Aperta-se o cerco ao mau comportamento

• Foto: Simão Freitas

As indicações dadas pelo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, Vítor Pereira, para que os árbitros tenham tolerância zero para com os treinadores que exagerem nos protestos quando se encontram no banco de suplentes, parece estar a provocar efeitos.

Desde que o dirigente deu as indicações aos árbitros da categoria principal, o que aconteceu a 27 de janeiro numa ação de avaliação realizada no Luso, disputaram-se três jornadas e foram expulsos do banco nada menos do que oito treinadores. Quatro aconteceram logo no primeiro fim de semana, embora somente em dois jogos – Cosme Machado no Sporting-Académica e Bruno Paixão no Arouca-Paços de Ferreira. Na semana passada o único caso aconteceu com Sérgio Conceição – afastado por Artur Soares Dias no Tondela-V. Guimarães. Na jornada que ontem terminou houve mais três expulsões: Nuno Almeida não facilitou com Quim Machado nem Sérgio Conceição (o único repetente) – no jogo V. Setúbal-V. Guimarães –, e o mesmo se verificou com João Pinheiro a Júlio Velázquez – no Moreirense-Belenenses.

Os clubes não foram notificados oficialmente desta decisão do Conselho de Arbitragem para deixar de permitir exageros no banco. Mas os árbitros têm vindo a chamar a atenção dos responsáveis das equipas nas reuniões preparatórias dos encontros. O objetivo do CA da FPF é fazer com que, com o decorrer das jornadas, e à medida que o campeonato se aproxima da fase decisiva, o comportamento dos vários elementos do banco, sejam dirigentes, treinadores ou jogadores, deixe de contribuir para um clima hostil para com as equipas de arbitragem.

Por Miguel Pedro Vieira
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