É urgente o vídeo-observador

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• Foto: Pedro Ferreira
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A nota atribuída ao árbitro no dérbi, a ser verdade, em nada contribui para credibilizar a arbitragem portuguesa. Por muita tecnologia que exista, por muito investimento que seja feito, nada substituirá a competência seja de quem for. A arbitragem precisa de pessoas competentes e corajosas, e estes deviam ser os critérios para ‘convidar’ os observadores do futebol profissional, pessoas que não estão sujeitas a avaliações válidas, para serem ‘promovidos’ à 1.ª categoria. Curiosamente, as pessoas que mais têm influência nas classificações não precisam de ter competência reconhecida para alcançar o topo; somente têm de ser da confiança do Conselho de Arbitragem. Como podem ‘premiar’ um árbitro, Jorge Sousa (na foto), cujo desempenho tem influência negativa no desenrolar do jogo e quiçá no resultado final? Como podemos ter bons árbitros com observadores sem competência a avaliá-los? O sistema classificativo serve para fazer uma triagem da qualidade, premiando os melhores e penalizando os piores. Como é possível um árbitro ser despromovido com uma média final superior à média do 1.º classificado da época seguinte dentro do mesmo sistema classificativo?

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