O lance de Paulinho está no limite do vermelho. Ele já não pode disputar a bola – que saiu do terreno de jogo. Por isso, cabe ao árbitro avaliar aquele pontapé, que foi de pitons no gémeo do defesa do Portimonense [1], se o considera conduta violenta. Se o árbitro o expulsasse, o Paulinho não tinha como reclamar do vermelho porque a ação dele esteve mesmo na fronteira da agressão.