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"Os chefões na Turquia e no Cazaquistão estão mesmo furiosos e querem silenciar-nos o mais rápido possível"
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Os responsáveis do Football Leaks reafirmam que estão a criar inimigos poderosos com a divulgação de documentos que têm feito, dando como exemplo a Doyen Sports, cuja "estrutura é propensa a lavagem de dinheiro", e revelam que "grandes chefões da Turquia e do Cazaquistão", entre os quais os que estão por detrás do fundo de investimento, os querem silenciar.
Dizendo-se perseguidos, denunciam a existência de uma relação próxima entre um inspector da polícia portuguesa e o diretor executivo da Doyen Sports, Nélio Lucas, a qual compromete a investigação em curso, e alegadas ligações dos principais investidores do fundo a Donald Trump [membro do Partido Repúblicano que disputa a nomeação para candidato às eleições norte-americandas] e ao presidente da Turquia.
"Há uma enorme falta de informação em redor destes fundos de investimento. A sua existência no seio do futebol levanta sérias questões no que toca a potenciais conflitos de interesses e a resultados combinados. E, é claro, existe o risco de lavagem de dinheiro e outras atividades criminosas. O único interesse desses fundos é financeiro, o que origina instabilidade contratual entre clubes e futebolistas. Não queremos acusar ninguém sem ter provas suficientes, mas, por exemplo, a estrutura da Doyen é propensa a lavagem de dinheiro", lê-se numa entrevista do grupo à revista alemã "11 Freund".
Depois de sublinharem que os únicos problemas que tiveram foi com o Sporting e com a Doyen Sports, como publicámos noutra peça, os responsáveis do Footbal Leaks confessam: "Não confiamos nas autoridades portuguesas. Na verdade sabemos que em Portugal as coisas processam-se sempre de forma muito suja quando há muito dinheiro envolvido. A influência da Doyen é muito poderosa e, de resto, sabemos que os procedimentos de investigação foram comprometidos."
"As nossas fontes encontraram provas sobre isso. Soubemos de encontros secretos entre membros da políca portuguesa e aquela agência [Doyen], em Lisboa. Rogério Bravo, inspector chefe da polícia e grande amigo de Nélio Lucas [diretor executivo da Doyen, na foto], pressionou a Procuradoria Geral da República para obter pormenores sobre a investigação. Na verdade, a Doyen está a usar a investigação da polícia para chegar até nós e contrataram uma agência de investigação [Marclay Associates] para fazer o trabalho sujo, com o objetivo de travar isto a qualquer preço", acrescentam.
"Os chefões na Turquia e no Cazaquistão estão mesmo furiosos e querem silenciar-nos o mais rápido possível. Por isso é fácil de perceber que corremos enormes riscos", prosseguem, identificando os "chefões": "São os patrões do Grupo Doyen - a família Arif, uma das mais ricas na Turquia, com ligações a Donald Trump e ao presidente da Turquia", encerram, negando que alguma vez tenham tentado chantagear Nélio Lucas.
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