Futebol entra no jogo dos NFT em troca de milhões

Febre dos ativos digitais não fungíveis estalou este ano, mas só passados uns meses chegou ao futebol

• Foto: Cátia Barbosa

A seleção portuguesa perdia contra a Irlanda, quando o relógio marcava 88 minutos de jogo. Só que aos 89', Cristiano Ronaldo empatou a partida com o seu 110.º golo pela equipa das quinas, tornando-se o melhor marcador de seleções de sempre. Durante o festejo, evidenciavam-se, pela televisão, as cores reluzentes dos cartazes publicitários que se alinhavam todos com o mesmo nome – Socios.com. Trata-se de uma das maiores empresas no segmento dos "fan tokens", criptoativos que têm o objetivo de aproximar os adeptos dos clubes. Este ano terá feito cerca de 200 milhões de dólares em receitas, só com estes ativos. 

Segundo o Negócios, a febre dos NFT (ativos não fungíveis) – em que se incluem os "fan tokens" – não tardou a rebentar no mundo do desporto, naquilo que parece ser uma espécie de "pote de ouro" para as empresas envolvidas. 

Por Negócios
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