José Fonte: «Ausência de público está a tornar a liga portuguesa mais competitiva»

Central do Lille aborda momento da Liga NOS

• Foto: Diretos reservados

José Fonte, internacional português, é, aos 36 anos, um dos maiores exemplos de superação no futebol. Saiu de Portugal em 2007 e desde então nunca mais voltou, com destaque para a marcante passagem por Inglaterra, onde é visto como ídolo pelos adeptos do Southampton. Passou ainda pelo West Ham, de onde partiu para o Dalian Yifang, na China. Aos 34 anos ingressou no Lille, clube onde tem brilhado e principalmente mostrado que a idade é só um número.

O central, em entrevista ao Canal 11 - no programa "Amor à camisola" -, abordou, por exemplo, temas como a sua dieta em França, o témino da Liga gaulesa e deitou ainda um olhar ao campeonato português.

"Tenho cuidados com a alimentação especialmente quando estou em competição. O facto de viver sozinho em Lille faz com que cozinhe mais. Temos ali um grupinho de portugueses e todos cozinham", contou, admitindo que "em férias relaxamos sempre um bocadinho" e em Portugal é um "descalabro": "a minha mulher vai comprar bolas de berlim."

Embora de férias, José Fonte não pensa em parar. "Treino três a quatro vezes por semana, seguindo o plano de trabalho que me deram no Lille e mais alguns extras".

O jogador espera poder ajudar a equipa do Lille na próxima época na Liga Francesa e, para além de "um lugar entre os três ou quatro primeiros", aponta ainda mais alto, tendo a ambição de alcançar a Liga dos Campeões e "fazer frente ao Paris Saint-Germain". 

Quando questionado acerca do campeonato português, o central diz estar a acompanhar "com particular atenção" os jogos do irmão Rui Fonte (jogador do Sp. Braga) e falou das atuais condições: "Parece-me que a ausência de público está a tornar a liga mais competitiva e nivelada. Jogar na Luz ou no Dragão sem os adeptos da casa presentes deixa as equipas visitantes mais à vontade. A exigência mental tornou-se maior para os jogadores. Jogar à porta fechada obriga-os a elevar, e muito, os níveis de concentração. Para mim, o espetáculo do futebol só ganha com a participação dos adeptos. Espero que isso volte a ser possível. Um estádio em silêncio pode perturbar."

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