Principais tragédias no futebol Mundial

1902 ­- Glasgow, Escócia: A bancada oeste do Ibrox Park ruiu, matando 25 pessoas e ferindo mais de 500.

1946 ­- Bolton, Inglaterra: Uma parede do Burden Park caiu e provocou o pânico. 33 mortos e mais de 400 feridos.

1964 - Lima, Peru: Aconteceu a pior tragédia da história do futebol. O árbitro anulou o golo do empate da selecção do Peru com a Argentina. Os adeptos provocam um motim nas bancadas, onde morrem mais de 300 pessoas e ficam feridas mais de 500.

1968 - Buenos Aires, Argentina: Um incêndio deflagra nas bancadas, provocando a morte de 75 adeptos e ferimentos em 150.

1971 - Glasgow, Escócia: Os adeptos do Rangers já tinham saído do Ibrox Park, quando ouviram a sua equipa empatar um jogo. O regresso eufórico ao recinto empurrou centenas de pessoas contra uma vedação, matando 66 e ferindo 150.

1974 - Cairo, Egipto: O pânico provocado por um pequeno incêndio causou a morte a 50 pessoas.

1976 - Port-au-Prince, Haiti: Os adeptos entraram em pânico após confundirem o som de um foguete com um tiro. Seis pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.

1982 - Moscovo, URSS: Um golo do Spartak frente ao Haarlem, em jogo da Taça UEFA, provocou a euforia nos adeptos russos, que desceram as bancadas e causaram a morte dos espectadores situados mais abaixo. Os números oficiais apontam para 60 mortos, mas estima-se que morreram perto de 300 pessoas.

1985 - Bradford, Inglaterra: Um incêndio espalhou-se rapidamente por uma bancada do estádio e matou 56 adeptos.

1985 - Bruxelas, Bélgica: Adeptos ingleses tentaram agredir italianos, antes da final da Taça dos Campeões entre o Liverpool e a Juventus. Durante a fuga, os italianos provocaram a queda de um muro que matou 39 pessoas e feriu mais de 500. Como resultado, os clubes ingleses foram banidos das competições durante cinco anos.

1987 - Tripoli, Líbia: Vários bandidos armados provocaram a confusão nas bancadas do estádio local e causaram a morte a 20 pessoas.

1988 - Katmandu, Nepal: Uma violenta tempestade compele os adeptos a correr para as saídas do estádio, mas depararam com as portas fechadas, ficando encurralados pela multidão. Cerca de 100 pessoas morreram sufocadas.

1989 - Sheffield, Inglaterra: Demasiados adeptos compareceram no estádio de Hillsborough para a meia-final da Taça de Inglaterra entre o Liverpool e o Nottingham Forest, e forçaram a entrada, matando por sufoco 95 espectadores e ferindo 250. Este incidente leva à proibição das vedações e dos ”peões” nos estádios ingleses.

1992 (Bastia) - Meia-final da Taça de França, entre o Bastia e o Marselha. Cai uma bancada provisória e morrem 15 pessoas.

1996 - Cidade da Guatemala, Guatemala: Foram vendidos quase 50 mil bilhetes para o jogo Guatemala-Costa Rica, de apuramento para o Mundial 98, o qual se realizou num estádio com capacidade para 35 mil. Os adeptos forçaram a entrada e morreram esmagadas 78 pessoas.

2000 - Harare, Zimbabué: A África do Sul marcou um golo à selecção da casa em jogo de apuramento para o Mundial 2002. O público reagiu mal e a polícia tentou acalmar os ânimos com gás lacrimogéneo, mas provocou o pânico e a morte de 13 pessoas.

2001 - Joanesburgo, África do Sul: A sobrelotação do estádio Ellis Park onde estava a decorrer o “derby” Kaiser Chiefs-Orlando Pirates, provocou a morte de 43 pessoas e ferimentos em 150.

2001 - Sari, Irão: A bancada do estádio de Sari ruiu e provocou 150 feridos, dos quais viriam a resultar dois mortos, mas acredita-se que morreram mais pessoas.

2001 - Acra, Gana: A polícia respondeu a distúrbios entre adeptos com o lançamento de gás lacrimogéneo a poucos minutos do final do jogo Hearts of Oak-Kumasi. O pânico levou à morte de, pelo menos, 130 pessoas e a cerca de 50 feridos.

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