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Decorreu esta segunda-feira mais uma sessão do julgamento do caso 'Football Leaks', no Campus da Justiça, em Lisboa. O principal arguido, o pirata informático Rui Pinto, recusou-se a prestar mais esclarecimentos nem a responder às questões dos assistentes.
Foi ouvido, então, Aníbal Pinto, arguido no processo enquanto advogado do hacker português na altura em que ocorreram os casos em causa. "Em 2015, e como era prática na Comarca do Porto, à qual eu pertenço, os meus honorários eram de 100 euros por hora. Na altura, cobrei 500 euros a Rui Pinto", declarou o causídico, que recusou ter pedido honorários de 300 mil euros no caso de tentativa de extorsão à Doyen Sports, defendendo: "Considero-me muito bem pago."
"O que foi falado com o dr. Pedro Henriques [advogado da Doyen], que sabia que estava sob escuta, foi uma base de negociação de 300 mil euros por cinco anos de colaboração do Rui Pinto, eu não ia receber isso", sustentou Aníbal Pinto, que disse ainda ter ficado "ofendido" com a oferta de Nélio Lucas, CEO da Doyen, de um milhão de euros.
A próxima sessão terá lugar na próxima segunda-feira, dia 14, se tal for solicitado por qualquer das partes até à próxima quinta-feira. Caso contrário, o julgamento prossegue a 4 de janeiro de 2023, com as alegações finais.
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