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Como foi a gestão de cinco presidentes do Sporting

Como foi a gestão de cinco presidentes do Sporting

José E. Bettencourt

Presidente do Sporting durante uma época e meia (de 5 de junho de 2009 a 15 de janeiro de 2011), José Eduardo Bettencourt gastou durante o seu mandato 28,7 milhões de euros, com o Sporting a encaixar 20,7 milhões. A sua passagem por Alvalade fica marcada pela saída do então capitão de equipa, João Moutinho, médio que rumou ao FCPorto por 11 milhões de euros.

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Filipe Soares Franco

Empresário e gestor de empresas, Filipe Soares Franco liderou o Sporting durante três temporadas (desde 2006 até 2009) , pautando o seu mandato pelo rigor nas contas leoninos: 33,8 milhões de euros em aquisições e 35,3 milhões de euros em vendas de ativos, com especial destaque para a saída de Nani, por 25 milhões de euros, para o Manchester United (2006/07).

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Dias da Cunha

Foi presidente do Sporting durante cinco anos (de 2000 a 2005), registando um dos mais altos investimentos no plantel (62,5 milhões de euros), mas compensando este facto com um papel ativo nas saídas (46,2 milhões). Oseu mandato fica marcado pela conquista do título, em 2001/02. Foram ainda inauguradas duas obras que vieram do mandato de Roquette: a Academia e o novo estádio.

Santana Lopes e José Roquette

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O nascimento da SAD coincidiu com um forte investimento na área do futebol, que resultaria na conquista de um campeonato nacional (1999/2000) e no lançamento dos alicerces para o segundo título (2001/02). Para tal, Santana Lopes, primeiro, e José Roquette, depois, gastaram quase 90 milhões de euros, dos quais 17 milhões foram para os bolsos de intermediários. Contratações falhadas como Kmet, Hanuch ou Krpan foram compensadas por outras, como João Pinto, Pedro Barbosa e Mpenza, que acabariam por tornar-se determinantes a troco de 10,3 milhões.

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