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A polícia portuguesa não é a únicas a estar na posse dos ficheiros apreendidos a Rui Pinto. Antes de o pirata informático ser extraditado de Budapeste para Lisboa, os procuradores franceses responsáveis pela investigação aos crimes relacionados com o futebol obtiveram autorização das autoridades húngaras para copiar os documentos.
Segundo o 'Der Spiegel', estarão em causa um total de 26 terabytes de documentos obtidos pelo pirata informático ao longo dos anos - mais de oito vezes a quantidade entregue pelo hacker. A publicação alemã diz mesmo que receiam que o material possa ser destruído em Portugal.
Contactadas pela SÁBADO, várias fontes envolvidas no caso dão a cópia dos ficheiros como "muito provável".
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