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Foi apresentado pela defesa de Aníbal Pinto e os juízes recolheram para deliberar sobre o tema
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Um email da advogada Sofia Branco, que representa a Doyen no julgamento de Rui Pinto, está a gerar enorme tensão na 22ª sessão que decorre no Campus de Justiça, em Lisboa, e os juízes recolheram para deliberar sobre o assunto. Mais tarde, decidiram que o documento em causa não será discutido pela testemunha Nélio Lucas.
O email foi apresentado pela defesa de Aníbal Pinto, mas a advogada fez um requerimento para que não fosse usado, alegando sigilo profissional.
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"Não há nada de ilícito, desconhece-se a origem do email, mas não foi dado consentimento para que o mesmo fosse analisado nesta audiência de julgamento", disse Sofia Branco, pedindo ainda para que "todas as cópias sejam recolhidas e não seja o documento junto ao processo no seu formato físico, que não seja confrontada a testemunha e qualquer outra pessoa ou quaisquer outros a quem possa respeitar o exercício de advocacia".
Mas as defesas de Aníbal Pinto e Rui Pinto rejeitaram. "A afirmação da assistente é um absurdo", disse Teixeira da Mota, advogado de Rui Pinto. "O e-mail em causa faz parte do apenso G do processo e é relevante para a defesa do arguido de Aníbal Pinto porque o entregou nesse sentido. Isto levaria a que toda a correspondência já vista pela senhora procuradora não pudesse ser vista.Isso seria, no entender da defesa de Rui Pinto, uma negação dos seus direitos de defesa, em abstrato."
"Não sou parte do processo", reafirmou a advogada da Doyen, depois de ser confrontada com pela defesa de Aníbal Pinto com o facto de não ser advogada de Pedro Henriques, o advogado que tratou das negociações entre a Doyen e Rui Pinto. "Não divulgamos nada de novo que não esteja neste processo. Não é uma violação de uma obrigação deontológica. Tanto quanto sabemos, Pedro Henriques não era seu cliente", disse Amílcar Fernandes, causídico de Aníbal Pinto.
(Notícia atualizada às 15h11)
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