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Benfica contratou, emprestou e vendeu... aparentemente apenas a troco do passe de Pizzi.
O Football Leaks divulgou ontem os contratos do guarda-redes Roberto com o Benfica, o Atlético Madrid e o Olympiacos, cuja leitura mostra que as engenharias financeiras no mercado do futebol não são um conceito vago. Depois de ter jogado na Luz, em 2010/11, Roberto foi transferido para o Zaragoza, que nunca chegou a liquidar mais do que 86 mil euros dos anunciados 8,6 milhões que teria de pagar ao Benfica. Após duas épocas, as águias recuperaram o jogador e ter-lhe-ão feito um novo contrato, válido entre 2013/14 e 2016/17, a troco de 1,2 milhões/época.
Mas logo em julho de 2013, o Benfica acordou o empréstimo de Roberto ao Olympiacos, até junho de 2014, com os gregos a terem de pagar os salários (100 mil euros/mês). Mais tarde, a 5 de fevereiro de 2014, Benfica e Roberto revogaram o contrato que os ligava. Um dia antes, porém, foi assinado um contrato entre Atlético Madrid, Olympiacos, Benfica e Roberto, onde se diz que as águias tinham acordado vender os direitos económicos do guarda-redes aos colchoneros, em julho de 2013, mas mantendo os direitos desportivos, que deveriam ceder no fim do empréstimo aos gregos (a contrapartida recebida na Luz foi, ao que se sabe, o passe de Pizzi, antes na posse do Atlético Madrid).
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Em fevereiro de 2014, o Atlético Madrid transferiu os direitos desportivos de Roberto para o Olympiacos, mais 50 por cento dos direitos económicos, ficando explícito que o Benfica concordava com os termos do negócio, no qual os espanhóis receberiam 2,5 milhões de euros. À mesma data, o Olympiacos assinou um acordo com os agentes Mariano López e Claudio Tonolla, da Contineo Limited, no qual aceitava a intermediação destes, na transferência, a troco do pagamento de 500 mil euros. Finalmente, Roberto assinou contrato com o clube grego, até 2018, ficando a receber inicialmente 172 mil euros por trimestre.
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