Senegal em perspetiva: maior organização será determinante

• Foto: Getty Images

Ultrapassada a fase de grupos do Campeonato do Mundo, Portugal terá pela frente, nos quartos-de-final, o Senegal. A fazer a estreia na maior competição do Mundo de seleções, João Gonçalves, conhecido por Von, faz um balanço "positivo" dos primeiros três encontros – vitórias com Nigéria (10-1) e Omã (3-1) e derrota frente ao Brasil (7-9). Apesar de terem sido "difíceis", o objetivo de seguir em frente na prova foi alcançado com sucesso.

Sobre o adversário de hoje, que a equipa orientada por Mário Narciso encontra pela quarta vez na história, o jogador, de 24 anos, espera algum poderio físico, tal como aconteceu com a Nigéria, primeiro adversário da Seleção no Mundial. E, como se trata dos quartos-de-final, tudo pode acontecer. Por isso, o grupo tem os pés bem assentes na terra. "Não podemos achar que somos superiores e temos de ter a mesma entrega em todos os jogos", considerou o jogador, que em 2020 representará o Sporting, depois de ter jogado pelo Loures durante cinco épocas.

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Perante uma seleção já conhecida, Von considera que a maior organização lusa poderá fazer a diferença. O confronto anterior que o diga, já que Portugal se superiorizou com uma vitória tranquila por expressivos 7-1: "Através das nossas movimentações conseguimos quebrar a tática deles". Por isso, e apesar de se tratar de um adversário que tem no confronto físico uma valência, são as debilidades que merecem maior atenção por parte da equipa das quinas. "Temos de explorar os pontos mais fracos deles e não ir tanto pelos pontos fortes", atirou.

Dando conta de um grupo altamente motivado, embalado pela passagem aos ‘quartos’, Von reforça a exigência de disputar uma eliminatória na qual "todos querem jogar e mostrar qualidade". O jogador lembra que o sonho de Portugal voltar a ser campeão do Mundo está apenas a três passos de se concretizar.

Autor: M.C.

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