União é trunfo em jogo decisivo para Portugal

União é trunfo em jogo decisivo para Portugal
• Foto: Diogo Pinto

Hoje é dia de tudo ou nada para a Seleção Nacional. Asurpreendente derrota frente ao Senegal complicou as contas do apuramento para os quartos-de-final do Mundial, pelo que hoje só a vitória interessa frente à Argentina. E para o conseguir a equipa portuguesa tem um importante trunfo: o espírito de grupo.

"Somos uma família", destaca Madjer, capitão e um dos jogadores mais influentes da Seleção. De facto, a união do grupo é um aspeto fundamental para superar as adversidades, como o desaire com os senegaleses. "Os jogadores já se conhecem há muitos anos e são bastante amigos uns dos outros. Quando estamos juntos, apoiamo-nos como uma família, partilhamos momentos como aconteceu há pouco tempo com o Zé Maria [n.d.r.: nos Jogos Europeus, em Baku, o jogador assistiu, juntamente com os companheiros de equipa, ao nascimento do filho, graças às novas tecnologias, através do telemóvel]", diz Jordan, ala da Seleção Nacional, a Record.

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Esta cumplicidade permite mesmo situações como colocar alcunhas aos jogadores [ver quadro]. Uma brincadeira, no entanto, que não chegou ao técnico Mário Narciso... por enquanto. "Se vencermos o Mundial, o míster poderá ter uma surpresa", atira Jordan.

Homem de fé, Mário Narciso já admitiu uma mudança visual em caso de conquista do título. "Não fiz nenhuma promessa para ganhar o Mundial, mas os jogadores já me disseram que eu tinha de fazer alguma coisa... Mas não vou dizer o que é. Rapar o bigode? Deus queira que sim, que rape o bigode, o cabelo... O que é preciso é ganhar."

Sem margem de erro

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Para continuar a sonhar com o título mundial, aSeleção Nacional não pode voltar a vacilar. "Já não há margem de erro", concorda Madjer, em declarações ao site da FPF. "A única coisa a fazer é ganhar o jogo com a Argentina". Em caso de qualificação para os quartos-de-final, Portugal já sabe que defrontará a Itália ou a Suíça.

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