A espionagem é o trunfo das norte-americanas

Esta terça-feira há duelo de gigantes diante da Inglaterra

• Foto: Reuters

Inglaterra e Estados Unidos defrontam-se hoje - às 20h, no Parque de Lyon - para lutarem por um lugar na final do Mundial feminino. Contudo, o duelo que promete ser de emoções fortes dentro das quatro linhas, já começou a fazer correr muita tinta antes do apito inicial. Numa altura em que as equipas ultimam a estratégia, a seleção norte-americana utiliza todas as armas para anular o adversário e faz da espionagem um trunfo.

Depois de elementos da comitiva norte-americana terem sido apanhados a ‘bisbilhotar’ o hotel onde está hospedada a seleção dos três leões, na véspera do encontro aconteceu outro episódio semelhante. Enquanto as inglesas treinavam, um homem foi apanhado, no meio dos arbustos, a tirar fotografias e, posteriormente, a falar ao telefone. Um gesto que não deixa margem para dúvidas e que merece o repúdio de Phil Neville. "Não era capaz de optar por uma estratégia como esta, nem tão pouco gostaria que Inglaterra fizesse isto", afirmou o selecionador inglês, que acabou também por desvalorizar a situação com... bom humor. "Não é uma vantagem. Não terá qualquer influência no jogo. Na verdade, achei muito engraçado. Pensei. ‘O que eles estão a fazer?’. Que falta de etiqueta", brincou o técnico Phil Neville.

Técnica inglesa guia sonho do rival

O mundo do futebol proporciona reencontros e enfatiza histórias curiosas como a de Jill Ellis. A selecionadora norte-americana nasceu na aldeia de Cowplainem, no sul de Inglaterra, e hoje vai defrontar o país natal.

"Tenho muitas boas lembranças da minha vida em Inglaterra. Fui adepta do Manchester United e tenho muito boas lembranças. Se tivesse nascido noutro país, talvez não fosse tão apaixonada por futebol. Por outro lado, os Estados Unidos deram-me a possibilidade de me dedicar ao futebol e seguir algo com que eu nunca tinha sonhado. Estou muito feliz por estar aqui", disse a timoneira das norte-americanas, que tenta revalidar o título alcançado em 2015.

Do lado inglês, Phil Neville está convencido que o público francês vai empurrar a sua equipa para a vitória. "Temos sido muito apoiados e parece-me que os franceses gostam da nossa maneira de jogar. Querem que ganhemos o Mundial", afirmou o selecionador de Inglaterra, com boa-disposição

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