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Ivan Baptista assume favoritismo do Benfica diante do FC Porto mas lembra: «Isso não ganha jogos»

Técnico das hexacampeãs nacionais garante que a equipa mantém os pés no chão e vai dar uma boa resposta na final da Taça de Portugal

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Ivan Baptista e Pauleta fizeram a antevisão à final da Taça de Portugal feminina
Ivan Baptista e Pauleta fizeram a antevisão à final da Taça de Portugal feminina • Foto: Mariline Alves

Benfica e FC Porto defrontam-se amanhã na final da Taça de Portugal feminina, no Jamor, num duelo que coloca frente a frente as atuais hexacampeãs nacionais e as azuis e brancas, que venceram esta época a segunda divisão. O técnico das águias, Ivan Baptista, não tem problemas em assumir o favoritismo da sua equipa, mas deixa claro que isso não passa do plano teórico.

"Não nos escondemos do favoritismo e da responsabilidade que temos. Estamos habituados a isso desde o primeiro dia, mas também sabemos que isso por si só não ganha jogos. O favoritismo é meramente na teoria, na prática terá sempre que ser dentro de campo", começou por referir na conferência de antevisão ao primeiro clássico de sempre no futebol feminino.

"Não posso falar dessa final que o Benfica ganhou quando estava na segunda divisão [em 2018/19], mas posso falar da de 2013 [Valadares Gaia-Boavista], em que também não éramos favoritos e acabámos por vencer a Taça. O favoritismo é meramente teórico, assumimos esse favoritismo sem problema nenhum, mas temos de trabalhar, suar correr para a conseguirmos o que queremos", frisou.

Também por isso, deixa claro que as suas jogadoras mantêm os pés no chão perante um rival de escalão inferior: "Estar neste palco depois do percurso que a equipa fez na Taça por si só é a maior motivação. Percebo que dê jeito atribuírem-nos o favoritismo, mas tenho jogadoras muito experientes que não caem nesse tipo de situações e estão preparadas para dar uma boa resposta."

"Embora no FC Porto digam que estar aqui já é a cereja no topo do bolo, também vem para competir, ninguém vem jogar uma final só para marcar presença", atirou, deixando também uma mensagem ao técnico portista Daniel Chaves, seu amigo: "Tenho a certeza que fará tudo para que eu não saia daqui feliz e eu o mesmo, mas no dia seguinte, se quiser ir jantar lá a casa, não há problema..."

Pauleta garante que a equipa tirou lições do ano passado

Pauleta também desvaloriza a diferença de escalão e considera que o Benfica tirou lições da final perdida no ano passado com o Torreense. “O Benfica já ganhou uma Taça a jogar na segunda divisão, então às vezes o escalão não é tão diferenciador. Sabemos o que temos de fazer para que amanhã a Taça venha para o nosso lado", assegurou a médio internacional portuguesa, de 28 anos.

"Foi uma final difícil para nós, foi um momento difícil, penso que todos os jogos são marcantes, mas acredito que quando esta equipa perde fica na memória, se calhar porque está muito habituada a ganhar. As derrotas deixam marca e percebemos muito bem o que falhou nessa final, mas este ano trabalhamos para que as coisas corram bem", reforçou.

E, claro, conquistar a prova rainha seria a cereja no topo do bolo, depois de ter sido logrado o 'penta': "Entramos em todas as competições para ganhar, é algo a que nunca fugimos. Obviamente traçámos o objetivo claro de ganhar o campeonato, mas a Taça também é um grande objetivo, não só porque o clube exige que a equipa ganhe tudo, mas pelo que a Taça significa para os adeptos e para nós."

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