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Paul Riley, Christy Holly, Rory James e Richie Bruke estão impedidos para sempre de trabalhar na NWSL
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A Liga Norte-Americana de Futebol Feminino (NWSL) baniu para a vida quatro treinadores acusados de agredir sexualmente várias jogadoras, na sequência de uma investigação sobre violência e abusos que durou mais de um ano.
As punições mais severas foram aplicadas aos treinadores Paul Riley, Christy Holly, Rory James e Richie Bruke, que estão impedidos para sempre de trabalhar na NWSL, depois de terem sido considerados culpados de assédio sexual, e da autoria de comentários sexistas e racistas.
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Craig Harrington, antigo assistente técnico dos Chicago Red Stars, e Alise Lahua, dirigente do Gotham FC, foram suspensos por dois anos de todas as funções na competição.
Outras seis pessoas investigadas serão obrigadas a "admitir os seus erros, assumindo que tiveram uma conduta inapropriada, e demonstrar clara vontade de corrigir o seu comportamento", para poderem trabalhar na NWSL.
Os Chicago Red Stars e os Portland Thorns terão de pagar multas de 1,5 milhões de dólartes (cerca de 1,37 milhões de euros) pelo seu comportamento negligente e a tentativa de ocultação dos factos.
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