Revolução feminina em marcha
Estados Unidos e Inglaterra pretendem ter estádios exclusivos para mulheres. Brighton é pioneiro
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O futebol feminino continua a soltar-se das amarras de uma sociedade muitas vezes ainda apegada a conceitos do passado e a abraçar a modernidade de uma forma sustentada. Pelo menos nos Estados Unidos e Inglaterra, que servem de ponto de partida para esta análise. Nestes dois países, especialmente no primeiro, a evolução do futebol feminino segue bem veloz e o exemplo começa a ser anotado por todos aqueles que pretendem, efetivamente, dar passos seguros rumo ao futuro. Falamos do foco na mudança de infraestruturas na modalidade, de forma a que as mulheres deixem de competir nos estádios dos seus congéneres masculinos, ganhando assim independência, respeito e, como veremos nestas páginas, dinheiro em caixa para reinvestir em outroas melhorias.