UEFA quer valorizar futebol feminino e duplicar número de atletas até 2024

«Todas as raparigas devem sentir que jogar futebol é a coisa mais normal do mundo»

A UEFA lançou esta sexta-feira um programa a cinco anos para valorizar o futebol feminino, pretendendo duplicar o número de atletas federadas para 2,5 milhões entre os seus 55 países membros.
Numa altura em que o futebol feminino está a ganhar terreno no desporto europeu e mundial, o documento estratégico, denominado Tempo de Ação, pretende mudar também mentalidades.
"Todas as raparigas devem sentir que jogar futebol é a coisa mais normal do mundo, seja por diversão ou porque quer ser campeã do mundo", explica a responsável da UEFA Nadine Kessler.
Entre 7 de junho e 7 de julho disputa-se o Mundial de França, numa altura em que se batem recordes de assistência em Espanha e Itália e a UEFA conseguiu o primeiro patrocinador interessado especificamente no futebol feminino.
"É o acordo que todos desejam, importante para o respeito e segurança a longo prazo", referiu a alemã, referindo-se à parceria com um cartão de crédito de pagamentos internacionais, válido até 2025. 
A UEFA, que no sábado organiza da final da Liga dos Campeões, entre Barcelona e Lyon, entende que o futebol feminino deve ser "forte, inclusivo, divertido e inspirador".

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