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Sérgio Fonseca: «Em Chaves, não fizemos tudo aquilo que estava ao nosso alcance»

Sérgio Fonseca e a equipa técnica do Chaves
• Foto: Tony Dias/Movephoto

O Ac. Viseu recebe, este sábado, pelas 11 horas, o Leixões no Fontelo, querendo corrigir o desaire na visita ao Chaves (1-0) da última jornada. Um desfecho que trouxe um sentimento de que ficou algo por fazer no grupo viriato, de acordo com o técnico Sérgio Fonseca. 

"Temos plenamente a noção de que também não fizemos tudo aquilo que deveríamos ter feito. Falámos sobre isso durante a semana, analisámos as coisas que não correram tão bem e preparámo-nos para um jogo difícil contra um adversário com muita qualidade, no qual contamos muito com o apoio dos nossos adeptos para nos ajudarem a chegar ao objetivo, que é ganhar o jogo e ficar cá com os três pontos", realçou o treinador dos viseenses, apontando para os "quatro jogadores provenientes da 1ª Liga" que reforçaram o Leixões no mercado de inverno: "É uma equipa com muita qualidade. Como disse há pouco. É verdade que não começou muito bem o campeonato devido a alguma instabilidade, o que levou também à mudança de treinador. Melhoraram, saíram do fundo da tabela classificativa e têm muita qualidade individual."

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O que tem de corrigir depois da derrota? "Nós temos que olhar para nós, para aquilo que fizemos bem,  temos feito muitas coisas boas. Temos que corrigir aquelas menos boas que também têm acontecido. Queremos entrar com muita confiança para o jogo e ir em busca dos três pontos."

Faltou mais eficácia, ou foi outro detalhe? "Foi um jogo atípico, sem público, com um ambiente diferente. Mas nós achamos que não fizemos tudo aquilo que estava ao nosso alcance para trazer os três pontos e isso não pode servir de justificação. Sabíamos que o jogo não iria ter público. Este aqui esperamos que tenha, e muito. Contamos muito com o apoio dos nossos adeptos."

Robinho pretende puxar do fator casa

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O extremo Robinho, que foi adaptado a lateral por Sérgio Fonseca e, desde aí, tem ajudado a manter a defesa estável, vincou o facto do jogo ser no Fontelo, como forma de motivar o grupo do qual faz parte. "A equipa está preparada e tem trabalhado para voltar às vitórias. Mais importante ainda, fazê-lo frente aos nossos adeptos e à nossa cidade é sempre uma motivação extra", vincou o jogador, de 28 anos, sem fazer espécie à mudança de função durante a temporada.

"As decisões são do mister. Eu estou aqui para ajudar, seja a extremo, seja a lateral. Até já brinquei com isso: nem que seja a guarda-redes, desde que possa ajudar o grupo de alguma forma, acho que é o mais importante", referiu Robinho, regressando ao desaire do jogo anterior: “Não foi um jogo muito conseguido da nossa parte, não fomos tão eficazes. Mas também temos que dar mérito ao adversário, que tem muita qualidade. Isto é uma liga muito competitiva e todos os jogos são muito difíceis."

André Clóvis vence mais um prémio

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Depois de ter sido eleito o melhor avançado de fevereiro da Liga Meu Super, André Clóvis também conqustou o prémio de melhor jogador do mesmo período da 2ª Liga, numa votação promovida pela Liga Portugal que envolveu os treinadores principais da competição. 

Alcançando 23, 81 por cento dos votos dos técnicos da 2ª Liga, Clóvis, que já leva 19 golos no campeonato, venceu José Bica (Leixões) e Leonardo Vonic (FC Porto B), ambos com  8,73 por cento dos votos, para arrecadar a distinção.

Por João Albuquerque
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