Dúvidas ensombram centro da defesa

Casos Zé Castro e João Real diminuíram as opções da Briosa para a estreia no campeonato

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A estreia da Académica na edição 2018/19 da 2ª Liga está marcada já para este sábado, às 18 horas, frente à UD Oliveirense, prova em que os estudantes partem novamente com o objetivo de subir de divisão. A expectativa entre os adeptos é grande, ainda que os casos que surgiram nestas últimas semanas tenham ajudado a criar algumas dúvidas entre os adeptos, retirando-lhes também confiança e otimismo, ao mesmo tempo que diminuíram drasticamente as opções do técnico Carlos Pinto para o primeiro jogo do campeonato.

De facto, o afastamento do defesa-central Zé Castro, que pondera avançar para a rescisão de contrato, devido a divergências com o treinador, não surgiu na melhor altura. É verdade que João Real foi entretanto reintegrado nos trabalhos, mas o jogador – que também tinha sido afastado do grupo no início da pré-temporada – não tem ainda os índices físicos e competitivos necessários para ser chamado à ação, frente à UD Oliveirense.

Assim, e sem Yuri (que também tem contrato válido com o clube de Coimbra, mas que desde cedo foi informado por Carlos Pinto que não entrava nos seus planos para esta temporada), as opções de raiz para o lugar passam apenas por William e Brendon. Isto porque o jovem Hugo Ribeiro está a treinar-se com o plantel, mas esteve lesionado e dificilmente pode ser opção para o jogo de sábado.

Adaptação

Perante estas limitações, em termos de opções disponíveis, Carlos Pinto pode adaptar um jogador à posição de defesa-central, algo que, diga-se, já aconteceu na partida com o Leixões, referente à Allianz Cup. Nessa altura, o médio Ricardo Dias foi o escolhido para recuar no terreno e alinhar ao lado de William, uma estratégia que pode voltar a ser utilizada agora, diante da UD Oliveirense, levando a que no meio-campo alinhe Fernando Alexandre.

Outra das opções possíveis passa pela utilização do lateral-esquerdo Joel. Perante tantos cenários, a palavra final será dada, claro, por Carlos Pinto.

Por Ricardo Chambel
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