Casa da Académica do Desporto nasce em Coimbra no Pavilhão Jorge Anjinho

Dirigente salientou que a recuperação do pavilhão tem uma importância histórica para a cidade e uma importância sentimental para o OAF e AAC

• Foto: Bruno Teixeira Pires

As várias secções desportivas da Associação Académica de Coimbra (AAC) vão começar a utilizar o Pavilhão Jorge Anjinho, do Organismo Autónomo de Futebol (OAF), cuja equipa alinha na 2ª Liga, a partir do início de dezembro, foi esta quarta-feira anunciado.

Em conferência de imprensa, os presidentes da AAC e da Académica OAF anunciaram que as instalações, recuperadas pelo município de Coimbra após os estragos provocados pela tempestade Leslie (2018) vão passar a ser a Casa da Académica do Desporto.

"Este espaço já não tinha qualquer atividade desportiva até 2018, mas foi recuperado para os Jogos Europeus Universitários que decorreram nesse ano em Coimbra, com muito esforço, e depois com a Leslie esse esforço foi por água abaixo", começou por recordar o presidente da Académica OAF, Pedro Roxo.

O dirigente salientou a recuperação do pavilhão, "que tem uma importância histórica para a cidade de Coimbra e uma importância sentimental para o OAF e AAC".

"Este espaço vai ser novamente o local de convívio comum entre o OAF e as diversas secções da AAC, no caminho para uma Académica única, que sempre procurámos e continuamos a procurar", afirmou.

O presidente da AAC, Daniel Azenha, frisou que o crescimento das 27 secções desportivas necessita de espaços edificados para a prática desportiva, que envolve atualmente mais de 3.000 atletas.

"É inequívoca a ligação da casa-mãe ao OAF e este edifício espelha bem essa convivência entre as duas instituições", referiu o líder estudantil, que está prestes a terminar o mandato.

A recuperação do pavilhão Jorge Anjinho, sobretudo a cobertura, resultou de um programa de apoio do município de Coimbra, na ordem dos 220 mil euros, como frisou o vice-presidente Carlos Cidade, responsável pelo pelouro do desporto.

A intervenção na cobertura permitiu também a reabilitação do piso, cujo apoio financeiro ainda não foi garantido pela Académica OAF, mas que, segundo o autarca, existe um compromisso de em janeiro de 2021 "ser aberta nova candidatura e que, com toda a certeza, este piso terá financiamento assegurado".

Segundo o presidente Pedro Roxo, a recuperação total do pavilhão Jorge Anjinho representa um investimento de quase meio milhão de euros, incluindo a recuperação da cobertura e do piso.

Por Lusa

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