Dois tiros nos pés só há 18 anos

Dois autogolos no último encontro

• Foto: Luís Vieira

Não é algo que aconteça muitas vezes e também não é nada de que alguma equipa se orgulhe. Mas... acontece. Esta é a história sobre os dois autogolos sofridos pela Académica no jogo com o Nacional, algo que tornou a missão de conquistar a vitória quase impossível. E, bem se pode dizer, o mau momento repetiu-se.

Em 1997/98, há pouco mais de 18 anos, a Briosa também sucumbiu com o desacerto dos seus defesas. E são muitos os pontos em comum entre o jogo do passado domingo e aquele que acabou com uma derrota perante o Chaves. No antigo Calhabé, a Académica perdeu por 2-1, com autogolos também de dois defesas, um de Aurélio e outro de Sérgio Cruz, que há pouco tempo passou por Coimbra, como adjunto de Paulo Sérgio. Então como agora, os estudantes marcaram todos os golos do jogo, mas... não ganharam. E a aflição que neste momento se vive também se sentiu naquele dia, levando a que o treinador Henrique Calisto fosse substituído por José Romão poucos jogos depois.

Pedro Roma, Pedro Lavoura, Mickey, Paulão e Akwá, capitaneados por Rocha, foram alguns dos jogadores que festejaram a permanência na última jornada, no terreno, precisamente, do... Chaves, que acabou por descer.

Frustração não é inédita

Esta não é a primeira vez que Oualembo e Ricardo Nascimento, autores dos dois autogolos contra o Nacional, passam por tal momento. Tanto o congolês como o brasileiro viveram, no passado, situação semelhante, sendo que no caso do central a recordação está bem viva, já que aconteceu em dezembro, frente ao Belenenses. Em relação a Oualembo, a infelicidade ocorreu em 2011/12, quando vestia a camisola dos búlgaros do Chernomorets e fez um autogolo diante do Mynior Pernik.

Por Ricardo Chambel
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