Estudantes criticam atuação da polícia e da equipa de arbitragem

Presidente e treinador estiveram na sala de conferência no fim do jogo com o V. Guimarães B

• Foto: Bruno Teixeira Pires

No final do jogo com o V. Guimarães B, que terminou com a derrota da Académica por 2-1, Paulo Almeida e Costinha estiveram na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques para denunciar o comportamento da polícia contra os adeptos da Briosa, a expulsão da equipa de reportagem da Rádio Universidade de Coimbra do recinto e a atuação da equipa de arbitragem durante a partida.

"É extremamente lamentável que um órgão de comunicação social, pertecente a uma instituição quase milenar, seja expulso de um estádio onde estava a realizar o seu trabalho", criticou Paulo Almeida, presidenta da Académica. "Nenhum órgão de comunicação social pode ser censurado. A liberdade de expressão é uma conquista e a diferença tem de ser tolerada, não expulsa. Peço à entidade que superintende a comunicação social que averigue este caso".

Sobre a carga policial feita sobre os adeptos da Briosa, Paulo Almeida deixou novo repto, desta feita à Liga: "Têm de averiguar o que aconteceu para que os adeptos da Académica sofressem uma carga policial. Quem gere o futebol, a Liga, tem de pugnar pelos espectáculos".

Costinha, por seu turno, preferiu apontar as críticas à equipa de arbitragem pela sua atuação dentro de campo: "Nunca critiquei a arbitragem, mas hoje o resultado final é Pedro Vilaça 2 - Académica 1. Inexplicavelmente, o jogo virou, como se a Académica fosse uma equipa arruaceira", considerou. "O estádio ficou incendiado por uma equipa de arbitragem muito fraca".

O treinador deixou ainda algumas palavras para a expulsão da equipa de reportagem da Rádio Universidade de Coimbra e também para o ambiente que se viveu nas bancadas do D. Afonso Henriques.

"Estou solidário com a RU( e fiquei triste pelo meu capitão, João Real, estar preocupado porque tinha os filhos na bancada onde se registaram os incidentes", terminou.

No final do jogo em Guimarães, o Presidente da Direcção da Académica, Paulo Almeida, e o treinador, Costinha, estiveram na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques para comentar os vários assuntos que envolveram o jogo, deste a expulsão da Rádio Universidade de Coimbra da tribuna de imprensa, a carga policial sobre os adeptos e as incidências do encontro dentro das quatro linhas. Aqui ficam as principais declarações: Paulo Almeida: "É extremamente lamentável que um órgão de comunicação social, pertencente a uma instituição quase milenar, seja expulso de um estádio onde estava a fazer o seu trabalho. Nenhum órgão de comunicação social pode ser censurado. A liberdade de expressão é uma conquista. A diferença tem de ser tolerada e não expulsa. Peço à entidade que superintende a Comunicação Social que averigue este caso.”. [Carga policial] “Têm de averiguar o que aconteceu para que os adeptos da Académica sofressem uma carga policial. Quem gere o futebol, a Liga, tem de pugnar pelos espectáculos." Costinha: "Nunca critiquei a arbitragem, mas hoje o resultado final é Pedro Vilaça, 2 - Académica, 1. Inexplicavelmente, o jogo virou, como se a Académica fosse uma equipa arruaceira. O estádio ficou incendiado por uma equipa de arbitragem muito fraca." #briosa #tradicaocomfuturo Fotografia: Leonel de Castro | Global Imagens

Uma foto publicada por Académica / OAF (@academicaoaf) a

Por João G. Oliveira
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